Villa Ipioca Beach Club. O que precisa acontecer, em que ordem, e quem faz cada coisa pra sair do papel.
A partir do momento que o anúncio diz "beach club", "complexo", "casar na praia", quem chega tem que encontrar exatamente isso. Hoje não encontra.
Hoje o visitante vê um restaurante que abre domingo. Não existe uma única placa indicando que o CasaMar faz parte. Quem atravessa até a praia atravessa mato, e ainda assim atravessa: a demanda já está provada, falta o caminho existir.
Quase tudo que resolve isso é investimento mínimo: limpeza, sinalização, uma rede, guarda-sóis e uma placa grande. Não é obra, é arrumação.
É a peça que faz a marca existir no mundo físico. Sem ela, todo anúncio bate num lugar que ainda se chama outra coisa.
Pix já emitido pra conta de anúncio. Quanto antes cair, antes a gente começa a testar criativo com verba real. A conta é pré-paga: sem saldo, nada roda.
Com duas frentes rodando (casamento e domingo), a recomendação é no mínimo R$ 2.000 por mês em mídia, sendo o casamento a frente que mais consome, por ser público de fora do estado.
Gabriel grava e manda no grupo → aprovação do Gabriel → só então vira anúncio. Nada sobe sem passar pelo grupo.
Villa Ipioca Beach Club, o perfil principal. Conteúdo, campanhas, tráfego e acompanhamento.
CasaMar e Capelinha. A gente organiza e deixa apresentáveis uma vez, mas não faz gestão contínua desses dois perfis.
Isso precisa estar claro desde agora pra não virar cobrança depois. A gestão recorrente é de um perfil só: a marca-mãe. Os satélites recebem uma organização inicial e passam a ser alimentados pontualmente.
Nada aqui é caro nem demorado. É arrumação e decisão. Feito isso, a máquina de anúncio já está pronta pra ligar.